Mês: março 2018

Microsoft está criando elevadores inteligentes que sabem quando você quer entrar

Se já temos relógios de pulso inteligentes e eletrodomésticos espertos, por que não elevadores inteligentes também? É a pergunta que a Microsoft fez e, em seguida, respondeu usando o Kinect.

Basicamente, funciona assim: coloque o Kinect em um elevador, treine sua câmera para reconhecer quando as pessoas querem entrar, e ensine-o a abrir as portas automaticamente quando necessário. Inteligente, mesmo!

O projeto foi instalado no laboratório da Microsoft em Redmond (EUA), e é liderado pelo codiretor de pesquisa Eric Horvitz. Na primeira fase, o Kinect foi treinado em um corredor, para observar como as pessoas agem quando querem embarcar no elevador, e quando estão apenas passando.

Na segunda fase, os passageiros poderão interagir com o elevador através de gestos.Horvitz diz ao Washington Post: “algo tão estranho e antiquado como um elevador poderia ter trejeitos bacanas, dizendo: ‘Vai entrar?’ com um movimento da porta”.

Seria algo assim: o elevador abre e fecha a porta rapidamente, para chamar sua atenção, quando não souber se você quer entrar. Você pode então balançar a cabeça com “sim” ou “não”, e o elevador iria entender – no entanto, esta função ainda não foi testada.

Por enquanto, essa tecnologia está restrita ao laboratório da Microsoft. Mas talvez, algum dia, quando você estiver apressado para pegar o elevador, ele abrirá as portas e saberá para qual andar você quer ir. Mais detalhes aqui: [Washington Post]

Imagem: Shutterstock/iurii

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/microsoft-elevadores-inteligentes/

Porquê prover a acessibilidade?

  • Para quem ainda não conhece ou que ainda têm dúvida de que este seja um dever de todos: cumprir e cobrar o seu cumprimento…Esta é a “famosa” Lei da Acessibilidade:LEI No 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000.
  • http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm

ABAIXO TRANSCREVEMOS A FIM DE FACILITAR PARA VOCÊ:


 

Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos

LEI No 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000.

RegulamentoRegulamento Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1o Esta Lei estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

Art. 2o Para os fins desta Lei são estabelecidas as seguintes definições:

I – acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;

II – barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas, classificadas em:

a) barreiras arquitetônicas urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público;

b) barreiras arquitetônicas na edificação: as existentes no interior dos edifícios públicos e privados;

c) barreiras arquitetônicas nos transportes: as existentes nos meios de transportes;

d) barreiras nas comunicações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação, sejam ou não de massa;

III – pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida: a que temporária ou permanentemente tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo;

IV – elemento da urbanização: qualquer componente das obras de urbanização, tais como os referentes a pavimentação, saneamento, encanamentos para esgotos, distribuição de energia elétrica, iluminação pública, abastecimento e distribuição de água, paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico;

V – mobiliário urbano: o conjunto de objetos existentes nas vias e espaços públicos, superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação, de forma que sua modificação ou traslado não provoque alterações substanciais nestes elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, cabines telefônicas, fontes públicas, lixeiras, toldos, marquises, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga;

VI – ajuda técnica: qualquer elemento que facilite a autonomia pessoal ou possibilite o acesso e o uso de meio físico.

CAPÍTULO II

DOS ELEMENTOS DA URBANIZAÇÃO

Art. 3o O planejamento e a urbanização das vias públicas, dos parques e dos demais espaços de uso público deverão ser concebidos e executados de forma a torná-los acessíveis para as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Art. 4o As vias públicas, os parques e os demais espaços de uso público existentes, assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão ser adaptados, obedecendo-se ordem de prioridade que vise à maior eficiência das modificações, no sentido de promover mais ampla acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

(Incluído pela Lei nº 11.982, de 2009)

Art. 5o O projeto e o traçado dos elementos de urbanização públicos e privados de uso comunitário, nestes compreendidos os itinerários e as passagens de pedestres, os percursos de entrada e de saída de veículos, as escadas e rampas, deverão observar os parâmetros estabelecidos pelas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Art. 6o Os banheiros de uso público existentes ou a construir em parques, praças, jardins e espaços livres públicos deverão ser acessíveis e dispor, pelo menos, de um sanitário e um lavatório que atendam às especificações das normas técnicas da ABNT.

Art. 7o Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou em espaços públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção.

Parágrafo único. As vagas a que se refere o caput deste artigo deverão ser em número equivalente a dois por cento do total, garantida, no mínimo, uma vaga, devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes.

CAPÍTULO III

DO DESENHO E DA LOCALIZAÇÃO DO MOBILIÁRIO URBANO

Art. 8o Os sinais de tráfego, semáforos, postes de iluminação ou quaisquer outros elementos verticais de sinalização que devam ser instalados em itinerário ou espaço de acesso para pedestres deverão ser dispostos de forma a não dificultar ou impedir a circulação, e de modo que possam ser utilizados com a máxima comodidade.

Art. 9o Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estar equipados com mecanismo que emita sinal sonoro suave, intermitente e sem estridência, ou com mecanismo alternativo, que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoas portadoras de deficiência visual, se a intensidade do fluxo de veículos e a periculosidade da via assim determinarem.

Art. 10. Os elementos do mobiliário urbano deverão ser projetados e instalados em locais que permitam sejam eles utilizados pelas pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

CAPÍTULO IV

DA ACESSIBILIDADE NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS OU DE USO COLETIVO

Art. 11. A construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executadas de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Parágrafo único. Para os fins do disposto neste artigo, na construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser observados, pelo menos, os seguintes requisitos de acessibilidade:

I – nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas a garagem e a estacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção permanente;

Motivos usuais para a compra de um elevador residencial

Elevadores residenciais são econômicos, ocupam espaços reduzidos e não comprometem a estrutura de sua residência.

Cada vez mais utilizados, se tornaram tendência no Brasil, visto que estamos nos tornando um povo mais preocupados com o futuro e a qualidade de vida.

Atualmente, na arquitetura há um conceito chamado: “Design Universal”, que prevê, ainda no projeto da residência, espaço para a futura instalação de um Elevador Residencial Enclausurado.

Os casos mais comuns de procura para a instalação de um elevador residencial, entre outros são:

Preocupação com o avançar da idade
Pensando no futuro, nosso cliente procura qualidade de vida em sua residência. Pois infelizmente ficamos com o corpo mais debilitado com a idade e o simples fato de ter de subir uma escadaria pode se torna um empecilho para utilizar parte de sua residência no futuro.

Dificuldade com locomoção temporária ou permanente
A preocupação com entorses, fissuras, dores lombares, etc. Podem tornar o ato de subir as escadas mais complicados. Em casos mais extremos, “cadeiras de rodas” impossibilitam este deslocamento.

Valorização do imóvel
Estudos feitos na grande São Paulo mostram que a valorização do imóvel pela instalação de um elevador chega em média a 20% do valor do bem.

Decoração, Design e Estética:
Alguns equipamentos, como os Elevadores Residenciais Panorâmicos, ao mesmo tempo que trazem todos os benefícios relacionados ao transporte dos passageiros e cargas, contribuem para um aspecto de modernidade na decoração do ambiente onde são instalados.

Em uma área de 1,45×1,45m (Dependendo do tipo/modelo), pode-se instalar um excelente elevador, capaz de transportar, com total segurança, duas pessoas, ou uma pessoa com uma cadeira de rodas juntamente com um acompanhante.

Com ruídos inferiores ao de uma geladeira e gasto de energia equivalente a um eletrodoméstico, os elevadores domésticos podem ser ligados em qualquer tomada da casa, sem comprometer instalações elétricas.

Quer saber mais sobre Elevadores Residenciais, clique aqui e entre em contato com a equipe da MOVE e peça a visita de um de nossos especialistas.

Elevadores sob medida. Dimensão especial

ELEVADOR RESIDENCIAL SOB MEDIDA – (CABINA ESPECIAL)

Tipo de Projeto: Especial (Sob Demanda)

Local da Instalação: Condomínio Lagos de São Gonçalo – Pelotas/RS

Tipo de Cliente: Residencial

Neste caso, foi desenvolvido um projeto especial para o cliente. Visto que os modelos fabricados em linha pela MOVE Elevadores não atenderiam os requisitos de espaço disponível na edificação do cliente.

Trata-se de um cliente que pretendia prover acessibilidade à residência, porém não possuía espaço para a utilização de um equipamento com portas internas de correr, como são fabricados os equipamentos padrões da MOVE Elevadores Especiais.

Sendo assim, foi feito um projeto de um equipamento sem porta interna. Ao invés disso, foi instalada uma barreira de infravermelho que faz o papel da porta interna. Ou seja, se alguma pessoa ou objeto estiver no alinhamento da barreira de infravermelho, o elevador irá parar de se mover e não aceitará nenhum comando até que a pessoa ou objeto saia da zona de entrada do elevador.

Desta forma, para um espaço de ( 1,24 x 1,56)m conseguimos entregar uma cabina com a dimensão útil de (0,93 x 1,40)m. Possibilitando o transporte de duas pessoas ao mesmo tempo com um espaço bem confortável ou uma pessoa e um cadeirante.

Pais de filhos cadeirantes mostram que corrida de rua é inclusão social

Assim como na corrida de rua, o amor dos pais pelos filhos supera limites. Mesmo que essa superação envolva um esforço físico bastante extenuante, ao fim, a recompensa vem na satisfação de vê-los felizes, na forma de um sorriso, que é um prêmio maior do que qualquer medalha que possa ser conquistada num evento. Essa é a sensação vivenciada por Norberto Pereira, Cláudia Schaefer e Erivaldo Martins quando participam de provas com as filhas Ana Luiza (11 anos), Beatriz (17) e Laylla (14), respectivamente.

Na 88ª edição da São Silvestre, o trio, ou melhor, os seis, percorreram juntos os 15km do percurso da prova tendo o apoio de cerca de 20 amigos que fizeram um tipo de “cordão de isolamento” em torno das meninas para evitar algum acidente com elas e com os outros participantes, pois todos largaram juntos com o pelotão geral da prova, que reuniu cerca 25 mil corredores nas ruas de São Paulo no último dia de 2012 (assista ao vídeo ao lado e veja como foi a corrida).

Em sua segunda participação na São Silveste com Ana Luiza, portadora da síndrome de down (reveja a história dos dois), Norberto afirmou que ver a alegria da filha não tinha preço.

– A sensação é incrível. Não há nada que eu possa dizer para traduzir a minha emoção e a minha alegria de estar aqui com ela – disse o professor de Educação Física que abriu mão da ajuda dos amigos e fez questão de empurrar sozinho a cadeira da Ana nos cerca de 2km de subida da avenida Brigadeiro Luís Antônio, penúltimo e temido trecho da prova.

Cláudia, professora de educação infantil da prefeitura de São Paulo, fez questão de lembrar que correr a prova pela primeira vez com a Beatriz, ao lado dos amigos e com apoio das pessoas nas ruas, foi um exemplo de inclusão social.

INFRAERO adquire 65 dispositivos de mobilidade para deficientes

A Infraero adquiriu por meio de licitação 65 novos equipamentos que permitem o embarque de passageiros deficientes e com dificuldade de mobilidade em aviões. Os Ambulifts, como são chamados os dispositivos, funcionam como uma espécie de elevador, que transporta o passageiro da pista à aeronave.

Hoje, existem 12 Ambulifts em funcionamento no país e apenas 15 aeroportos brasileiros possuem Fingers, os corredores acopláveis que permitem o acesso direto dos terminais aos aviões. A vencedora da licitação de R$ 42 milhões e fornecerá os 65 Ambulifts à Infraero foi a brasileira Rucker, que fabrica os equipamentos desde 2001.

Fonte: epoca.globo.com